Deviam existir regras para as visitas na maternidade

Julho 8
35 Comments

Olá, olá! Deviam existir regras para as visitas na maternidade. Hoje falava com uma amiga sobre o facto da irmã dela ter acabado de ser mãe. Ela estava passada com o extremo cansaço  visível provocado pela quantidade de visitas que estava a receber no dia seguinte ao parto. Lembro-me que senti exactamente o mesmo quando nasceram as minhas filhas. Só para terem uma ideia, no nascimento da minha filha mais velha, primeira sobrinha, neta, bisneta, sobrinha neta… depois de 9 horas de trabalho de parto e uma cesariana, quando saí da sala de partos, tinha cerca de 30 pessoas à minha espera para me dar os parabéns! Como sou muito bem educada, implorei á enfermeira “Não pare pf!” E fugi para o recobro. No dia seguinte, começou a odisseia das visitas, de manhã à noite, às vezes entravam as enfermeiras e diziam que não podia lá estar tanta gente, o que me salvava eram as alturas de dar de mamar! E as comemorações só acabaram 3 semanas depois.

Claro que há pessoas que são sempre bem vindas e que adoramos ter ao nosso lado, mas por outro lado existem outras que abancam e não vão embora nem por nada, outras que dizem comentários inconvenientes, que estão o tempo todo a querer pegar no bebé… conheço uma mãe que para se poupar, pediu para colocarem um papel na porta a dizer que não se podia incomodar. Eu não vou tão longe mas acho que deviam existir algumas regras de etiqueta para este momento tão especial.

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Estas seriam as minhas regras ( claro que não se aplicam aos membros da família directa ou pessoas com elevado grau de intimidade):

1. Nunca fazer a visita do dia do nascimento.

2. Nunca aparecer muito cedo ou tarde, os pais estão-se a habituar às novas rotinas e precisam de momentos de sossego.

3. Não aparecer para desencaminhar o pai da criança. Aqueles amigos que aparecem e vêm sugerir uma noitada para festejar o nascimento da criança, só de estalo!

4. Pedir para pegar o bebé. Coitada da criança, acaba de nascer e tem de andar de colo em colo…

5. As visitas não devem ser muito longas. Aquelas pessoas que abancam e nunca mais saem, nem na altura de dar de mamar se mancam, é muito chato.

6. Atenção aos comentários e conselhos. Começar a disparar conselhos sobre como tratar ou educar o bebé é um hábito irritante que muitas pessoas têm quando estão nesta situação, principalmente quando se trata de uma mãe pela primeira vez.

7. Se quer tirar fotografias deve perguntar primeiro aos pais, se aceitarem não se esqueça de tirar sem flash. E como é óbvio não se divulgam fotografias de crianças sem autorização dos pais.

8. Se não for ao hospital, deixe a visita para uns 15 dias depois do nascimento. Os primeiros dias costumam ser exaustivos e os pais estão a habituar-se à grande mudança, que é a chegada de um bebé.

E vocês, como foi a vossa odisseia das visitas?

Beijinhos,

Mónica

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  1. Alda

    Janeiro 20

    O pessoal da minha familia e amigos ja foi informado que para o caso de algum dia vier a ser mãe…visitas só sogros, pais e cunhados…restantes só um mês depois.Para meu bem, para bem do baby e para bem de toda a gente 🙂

  2. Diana

    Janeiro 20

    Foi a pouco mais de um ano….e acho que ainda estou cansada da odisseia.
    Sendo que uma segunda prima minha, conseguiu a proeza de adormecer no sofá que estava no quarto. Não…não era um criança…ela já tem sessenta e muitos.
    Numa próxima (eu espero que haja), vou criar regras. Não volta a acontecer o que aconteceu.
    Eu cansada e com dores…e o pessoal alapado a falar de tudo e mais alguma coisa.
    Eu bem educada…que remédio…..aturei.

    Claro que isto acontece no privado. Porque eles facilitam, e deixam esta decisão nas mãos dos pais do beé.
    Nos hospitais públicos eles não deixam isto acontecer para descanso da mãe e do bebé, e acaba por ser muito melhor (eles é que são os maus da fita…)

    Em casa, eu desde que cheguei criei regras. Vieram cá a casa pessoas que não eram íntimas, e eu pura e simplesmente agradeci a visita, mas expliquei que o Pedro estava a dormir e não ia interromper o descanso.
    Se levaram a mal?! Se calhar…mas tive e tenho um bebé sossegado que não anda de colo em colo em conveniencia do que os outros querem.

  3. Ana

    Janeiro 20

    Concordo… mas infelizmente, acho que muito poucas pessoas iriam levar isso em consideração… quando as minhas filhas nasceram… parecia uma romaria lá em casa… da mais nova havia uma vizinha que ia lá todo o santo dia e ainda se dava ao luxo de dormir no sofá… ai adorei… às vezes é mau sermos demasiado educadas (falo por mim 🙁 )

    • paula

      Dezembro 1

      Puxa essa de dormir no sofá…..kkkk que horror

  4. eu tive o meu bebé num publico por isso só podia estar o pai e mais duas visitas. Os primeiros foram a minha mãe e o meu irmão, e a minha mãe conseguiu logo tirar a proeza de dizer “o miúdo é tao escuro” quando ainda nem o tinha tirado da cama. Depois seguiram-se os meus “sogros” que entraram de trombas no quarto e disseram para mim “a tetra-avó do Martin morreu ontem a noite. estamos muito mal”. como todas, também fui educada (ou então era o cansaço) para não lhe responder “eu ontem tive 10 horas de trabalho de parto, não comi mais nada a não ser o pequeno-almoço de ontem e ainda não dormi mais. eu é que estou mal”. depois veio um primo do meu namorado que lhe pediu para o levar para casa para não ter que pagar mais bilhete (e ele foi).

    Mandei logo mensagem para toda a gente a dizer que ia ter alta no dia a seguir portanto não precisavam de ir ao hospital, e que ia para casa da minha mãe, quando tivesse na minha podiam começar as visitas.

    Mas… puff, os comentários infelizes que ouvi, depois de uma noite mal dormida..

  5. j

    Janeiro 30

    Se não aparecesse ninguém, era do género: que mal educados, nem vieram ver o bebé qd nasceu… enfim!

    • BRAVO!!!

    • PSI80

      Novembro 29

      Foi exatamente o meu pensamento ao ler este artigo. Se ninguém quisesse visitar é que seria mau sinal. Quando precisar de alguém também lhe vão dizer que agora não podem. Enfim, reclamam com o bem e com o mal.

    • Sandra

      Dezembro 2

      Naaa… Não estamos minimamente preocupadas com quem vem ou deixa de vir. Acho que a presença do pai é mais do que suficiente. Os avós e tios do baby também são importantes mas não eram fundamentais. É que não nasce só o bebé, nasce também uma mãe e um pai que o têm que aprender a ser. (minha opinião, claro)

  6. maria Gouveia

    Fevereiro 4

    Mas essas regras existem. .. eu tive no público e tem horas se visita e limite de pessoas no quarto, alem de não permitirem crianças entrar por uma questão de segurança para o bebé e a criança (é um hospital!).
    E quando fui para casa, de modo a “despachar tudo” de uma vez e sem ofender ninguem organizei um lanche para conhecer o bebé… foram todos se uma vez… como eram muitos ng pegou na bebé e depois seguiram-se uns dias Santos e tranquilos só na companhia da família próxima 🙂

  7. Marta

    Fevereiro 4

    Concordo plenamente mas isso não devia ser regra mas sim serem educados para isso eu quando o meu filho nasceu foi num hospital publico entravam apenas 1 pessoas visita e o pai sempre presente mas as minhas visitas correram bem mas da rapariga que estava ao meu lado veio um homem visita-la que quando chegou a hora do meu bebé mamar não tirava os olhos de mim fiquei tão constrangida que só tirei o bebé do peito e fralda quando ele foi embora tentei me virar mas por causa dos pontos estava difícil estive para me passar tudo uma grande novidade para mim, cansada nem tive forças para reagir!

  8. Andreia

    Fevereiro 11

    Olá mamãs…futuras e afins! ;P O meu casa foi há 14 meses mas avisei todos que não queria ninguém no hospital além da familia direta e em casa não abria a porta a quem viesse sem avisar ou perguntar primeiro. quanto ás fotos alguém teve o desplante e audácia de fotografar me a dar de mamar , e outra pessoa colocou uma foto da bebe no facebook sem pedir autorização em ambos os casos virei leoa e passei-me com cada uma dessas pessoas! quanto ás criticas… repondi e einda respondo no mesmo tom critico que usam para comigo! Lamento que tenha passado uma imagem negativa a meu respeito mas cada uma dessas pessoas tb ñ me respeitou a à bebé.
    o meu conselho para as futuras mamãs… CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O PARTO!!!!!!!!!!!!!
    foi lá que fui preparada para lidar com todas as situações!!

    • Andreia

      Dezembro 3

      Deve ser do nome, pois alertei todas as pessoas íntimas, não-íntimas, mais ou menos amigas, para a mesma situação. Á parte as fotos que tiraram à bebé, mas felizmente tiveram a decência de não espalhar por mundos e afins, fui só eu, apelidada de mil e uma coisas. Aliás, ainda hoje acontece, ser constantemente comparada a outros elementos da família, por ter sido tão ‘obcecada’, como dizem eles…

  9. Patty

    Fevereiro 20

    Nós também fomos alertados para este cenário no curso de preparação pré parto. Por isso tomamos a decisão de não receber ninguém, mesmo ninguém, durante 15 dias. A nossa vida ia mudar e nós queríamos estar sozinhos para lidar com a situação, criar hábitos, lidar com as frustrações e viver intensamente as alegrias. No hospital as visitas foram muito controladas (hospital público) e não tive um rancho de gente à minha volta. No entanto, ouvi comentário pouco sensíveis… Apesar de sentir que a família não reagiu muito bem à nossa posição, voltamos a fazer o mesmo este ano aquando o nascimento do nosso 2º filho.

  10. Rita

    Fevereiro 21

    Por essas e por outras, é que eu, a nao ser que seja alguém muito próximo, nunca vou visitar um bebe antes de ele ter 2 ou 3 meses… E va lá que, quando foi o nascimento dos meus filhos, a maioria das pessoas pensou como eu!

  11. Bela

    Março 1

    Acrescentaria que seria de bom tom pedirem se podem ir visitar a casa e marcar hora ao invés de aparecer de surpresa e tocar a campainha… Tanto a mae como o bebe têm necessidade de dormir de dia e visitas inesperadas podem ser desagradáveis… Já nem vou falar nos cuidados de higiene e que devem respeitar a opinião dos pais…

  12. Tânia Silva

    Fevereiro 13

    Bem eu vou ser mãe pela primeira vez e de gémeos e confesso que tenho muito receito relativamente a este assunto. Alguma dica? Irei ter no público os bebés. A partir de quantos dias é aconselhado visitas em casa? Obrigada.

  13. sonia freire

    Fevereiro 13

    Concordo … alèm das minhas visitas ainda tive que suportas as visitas da companheira do lado foi um pesadelo, se houver uma proxima nao vou fazer igual e de preferençia quarto singular

  14. É verdade que ficamos muito cansadas, especialmente se, como no meu caso, fizemos uma cesariana. A única coisa por que eu pedia socorro era quando me faziam rir muito e me fazia doer o sítio da costura (enorme!). Mas é uma grande felicidade recebermos as visitas. Caso contrário sentimo-nos muito abandonadas…

    • Erica

      Setembro 15

      Bom concordo com vc é tão bom receber visita eu quando tive o meu bebe. Amei as minhas visitas

  15. Mariana

    Abril 27

    Eu no meu caso já estava preparada. Avisei muitos meses antes que na maternidade só ia querer a familia mais próxima (pais+avós+ irmãos). Houve quem se fizesse muito ofendido, mas eu rematei logo que aquilo não era nenhuma mariscada e que tinham tempo de conhecer e estar com a criança. Visitas só marcadas. Posso ter parecido um bocado rígida e ríspida, mas aquele momento é só nosso (mãe, pai e filho(s)). Correu tudo bem, não precisei dar raspanetes a ninguém (talvez porque já tinha feito muita “propaganda” soft) E as pessoas têm de saber impor limites a quem não os tem, não têm de ser as maternidades a impô-lo.

  16. Não era preciso existir regras se as pessoas tivessem bom senso

  17. Andreia

    Abril 29

    Como sou muito pratica avisei que não queria qualquer visita.os meus pais foram ao hospital 1x apenas e nos primeiros 15 dias em casa só ficou a minha mãe. Explicamos a toda a gente que após 15 dias não queríamos ajuda de ninguém e as visitas tinham de ligar

  18. SM

    Maio 22

    Parabéns pelo excelente artigo de recomendação.
    É bem verdade, mas as nossas visitas conseguimos controlar. Eu do meu primeiro filho disse logo aos amigos e familiares que não os tios e avós da criança que não queria visitas no hospital. O pior, é mesmo as visitas dos outros. Nos hospitais públicos, pelo menos onde tive o meu filho, há duas mães e respetivos bebés por cada quarto, e nesse caso é desastrosos. Eu que contive as minhas visitas, pedi só os tios e os avós e visitas curtas, à excepção do meu marido que por mim até lá dormia, mas a colega estava constantemente a receber visitas barulhentas ou estava ao telefone a falar alto… :\

  19. Pois olhem a minha casa parecia uma romaria nos primeiros 2 dias, cheguei a ter 10 pessoas no quarto, a bebé de colo em colo, palpites sem fim… Ao 3º dia desliguei a campainha do apartamento e meti o telefone para vibrar… Só recebia quem eu queria…

  20. Depois de sofrer de Síndrome de Hellp e de passar 5 dias nos Cuidados Intensivos, as visitas aqui são do mais controladas, só recebendo 1 visita por 5 min, mais 5 dias na Obstetrícia de hospital público, pai e mais duas visitas, cheguei a casa. Cansada e assustada… A partir daí tinha a minha sogra e a minha sobrinha todos os dias a partir das 14:00 até ás 18:00, fora todas as outras pessoas que apareciam sem avisar. Estourei… Falei com o meu marido e pedi-lhe para ele explicar à mãe e à sobrinha que eu teria que fazer sestas com o bebé e desliguei a campainha e o telefone… sossego total. Quando nasceu a minha segunda filha já estavam educados não foi preciso avisar nada…Se pareceu mal… Temos pena! Eu e os meus filhos agradecemos…

  21. Foi mãe a 6.5meses e se fosse hoje mãe visitas só quando eu desse ordens, adorei a visita da mãe, tia, prima que é como irmã no dia, mas depois de 12h de parto é dose ao outro dia sogros vizinha destes, irmã da sogra. O bebé não queria agarrar na mama e quando mamava só na esquerda e era um filme 10m e estava satisfeito ao fim de 2h o mesmo filme acorda-lo estimula-lo esfregar-lhe a mama direita na boca que era o que as enfermeiras faziam. Quando foi para casa ao outro dia avó do marido lá em casa queria dar de mamar em paz, porque o bebé e eu presivamos de estar só os dois pois ele não agarrava nem com bicos de selicone, e ninguém descolou. No fim de semana tive que ir a casa da avó para a família inteira do meu marido conhecer o meu filho. Se fosse hoje só ao fim de 1 mês é que o tenham conhecido, pois o resultado foi a minha ansiedade a ferver tive que fazer medicação, e deixar de tentar amamentar ao fim de seis dias dada a pressão.
    Beijos

  22. Ana

    Dezembro 11

    Eu avisei logo toda a gente que não queria visitas na maternidade, só os nossos pais e irmãos estavam autorizados e não era para lá ficarem o dia todo! Visitas em casa só foram muito controladas e espaçadas entre elas…as pessoas não têm noção e é preciso educá-las de início….
    Ah e claro…ninguém andou com a minha filha de colo em colo nos primeiros meses, demasiado protetora talvez, mas quem manda é a mãe e só tem de respeitar…

  23. Sara

    Novembro 27

    Fui mãe à 7 anos e preparo-me para se-lo novamente. Algumas dicas que segui com o meu filho mais velho … e pretendo repeti-las:
    – Nunca digam o dia/hora em que está previsto o parto ( evitam telefonemas de 10 em 10 minutos a perguntar se já nasceu …) . Só informei a minha família 1 horas após de estar com o bebé no colo.
    -No dia de nascimento informem apenas a família próxima (pais e sogros e irmãos) depois de terem a vossa hora com o bebé após o nascimento.
    – Em casa, desliguem a campainha. Se aparecerem pessoas inconvenientes a horas indecentes, simplesmente não atendam. Exijam que venham noutro dia em data/hora a combinar.
    – Para os inconvenientes que ficam até à hora de jantar. Digam ” ohh até poderia fazer alguma coisa para jantarem connosco, mas com a confusão do parte ainda não fui às compras” .
    – Quem se atrever em pegar no bebé sem vosso consentimento ou tirar fotos ou ficarem a rondar na hora de dar a mama. Não tenham medo de ser ríspidas e até mal educadas. Porque mais mal educados são aqueles que não conhecem a sua posição e invadem constantemente a privacidade dos outros.
    – Aos conselhos de tias/mães/ sogras de como educar os filhos apenas digam ” Já tiveram a oportunidade de educar os vossos, agora é a minha vez! ” . Quanto mais cedo mostrarem que não admitem interferências neste campo, mais cedo as outras pessoas vos irão respeitar como mães! Se não o fizerem … preparem-se para que as vossas decisões sejam criticadas sempre.
    Acima de tudo, ponham o vosso bem estar e o do bebé em primeiro lugar. Se houver pessoas que não entendem isso, de certeza que não são merecedoras do vosso respeito.

  24. Joana Melo da Silva

    Novembro 28

    Acho que está tudo maluco! As “novas” mães precisam de se habituar à ideia que cesceram agora os miúdos são outros e dependem delas.
    Ter um filho, ou 2, ou 3, ou quantos sejam não é um capricho .
    Adoraria ver os posts se ninguém as fosse visitar…

    • Cecília Soares

      Dezembro 3

      De acordo Joana.

  25. Freyja

    Dezembro 2

    Sim completamente!!! Ate acrescentava mais algumas coisas… Tive em trabalho de parto 28horas, sem dormir com muitas dores, tive uma cesariana de urgência horrível em q a epidural não fez o efeito desejado e depois disso tudo ainda tive q fazer o frete das visitas (pq infelizmente calhou sair do recobro nessa hora), eu só queria o pai da mn filha ao pé de mim, mas veio toda a gente, tive q estar com um sorriso amarelo o tempo todo excepto qnd tava a vontade com os meus pais e irmã em q lhes disse para ver se conseguiam fazer com q as pessoas se fossem embora porque estava esgotada! Na mn opinião no dia em q o bebé nasce, o pai podia ir mostrar lá na janela transparente e vinha embora, não entrava ninguém para a mãe descansar e aproveitar para estar a vontade a dar de mamar! Praticamente tive q falar de forma rude para a família do meu marido sair pq tinha q amamentar! E não se calavam. E não estava à vontade com eles, nem sequer sabia fazer aquilo no maximo queria ali a minha mãe para me dizer o q fazer…a bebé chorava eu estava à beira de um ataque de nervos, enfim horrível, depois nessa noite levaram a minha menina para os cuidados intermédios e fiquei a odiar aquelas pessoas por me terem roubado o pouquinho tempo q tive com a minha filha, ela ficou internada 7 dias e eu sai ao fim de 3 mas passava os dias no hospital, por causa do stress e do nervosismo nem com a bomba consegui manter o leite….quando vim para a minha casa, acabou o inferno, as visitas eram super limitadas e foi só um tempo depois. Odiei e se fosse hoje não teria permitido tudo isto, quero lá saber de como é q as pessoas pariram a não sei qnts anos e como davam de mamar e como eram os bebés e a porcaria dos conselhos mais q ultrapassados (azeite cura tudo….jazuz…sem comentários), só queria silêncio, olhar para a minha menina e estar com o meu marido, os meus pais e irmã perceberam isso e entraram deram os parabéns sentaram se um pouco a ver o bebé na caminha dele trocamos meia duzia de frases, os meus sogros e restante famelga = inferno, nem me queriam dar a bebé pra mamar, ai mandei um berro e não foram mais (felizmente, infelizmente o pai não estava presente senão tinha corrido com eles lol). Isto aconteceu no público….
    Desculpem o testamento mas foi a primeira vez q desabafei a mn experiência!

  26. Cecília Soares

    Dezembro 3

    Não concordo em nada!! Absolutamente.
    As minhas visitas sempre foram bem vindas, e hoje não encaro bem, quando estas novas mães não participam sequer que os filhos nasceram, ou então, (de rir) quando vem a avó do bebé dizer que “estão a descansar”.
    Mariquices!!!

    • Eliana Fernandes

      Dezembro 21

      Cecília Soares…voce deveria em primeiro lugar respeitar a individualidade das pessoas…não é porque voce adorou estar cercada de gente á sua volta quando pariu, que todas as mulheres que não suportam essa situação estão de ”mariquices”..Respeito é bom, se voce até hoje não aprendeu que as pessoas não são todas iguais… acho que não aprende mais né?! Não é toda recém mãe que tem um parto tranquilo…pode ter parto traumático, e querer logo após apenas descançar e ficar com o filho e o marido…não entendo essa mania que a maioria das pessoas tem de querer ver um recem nascido logo assim que sai da barriga… qual a necessidade, que as pessoas não podem esperar uns dias até a pobre mãe se recuperar sossegada do parto, o que é plenamente um direito dela???…mas não…as pessoas pensam apenas na própria satisfação… sem se importar com as condições da mãe…que passa por tudo e ainda tem que estar apta a satisfazer a curiosidade alheia, e ainda quando tenta impor limites..sai de ruim da estória. Já é beem complicado trabalho de parto… depois recuperação… e a primeira mamada entao…são momentos delicados que podem se tornar muito difíceis…e a mulher ainda nem tem direito a querer alguma privacidade, que logo e atacada a troco de que? A´impressão que dá… é que quando uma mulher ganha um bebe… a situação toda se torna de domínio público, tamanha é a cultura de se achar que não é nada de mais não tem bom senso e usar filtro. Te parabenizo… por adorar taanto visitas nessa situação.. bom pra vce… respeito… mas vce é quem deve aprender a ter respeito por quem não é da mesma opinião, atitudes como a sua só reforçam essa cultura de invasão sem pudor e limites num momento tão delicado da vida de uma mulher…que deveria sim ser consultada se esta em condições físicas e psicológicas para ficar fazendo a social… ahhh e sogra… avó…não são onipotentes… podem esperar SIM como qualquer outra visita…pode ter Certeza de que não morrerão, Me POupe…o importante é o bem estar da mãe e do bebe.

  27. Cheila

    Dezembro 9

    Olá mamã! Quando anunciei aos familiares e amigos chegados impus logo regras. Como sempre fui muito pratica e direta, e como já me conhecem de ginja, ninguém levou a mal. Nas visitas à maternidade fiz uma lista que se fez chegar ao segurança de quais as pessoas poderiam entrar para nos felicitarem. Em casa avisei logo de princípio que campainha deixava de existir e só abria a porta com aviso previo de visita e que jamais queria mais do que 4 ou 5 visitas ao mesmo tempo. Familiares mais diatantes , como tios dos papás ou assim, só nos visitaram após quase dois meses. Ainda hoje ninguém aparece sem telefonar primeiro e a princesa tem 10 meses. A unica pessoa do qual dei autorizaçao para aparecer a qualquer hora do dia foi a minha querida mãe, que até uma chave lhe dei. Que fora o meu companheiro ( que foi e é um exelente pai), aparecia sempre que podia para me ajudar nas tarefas domésticas. Em relaçao aos palpites nunca tinha dito nada até alguém se atrever dar o primeiro. A primeiro pessoa que deu o primeiro palpite convidei-a retirar-se. Remédio santo! Um beijinho .

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