A Mãe é que Manda, até final de 2013 com a Mustela

Março 2
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Olá, olá!

Como mãe orgulhosa que sou, iniciei uma rubrica intitulada “A Mãe é que Manda”.

O objectivo é poder passar um pouco das minhas alegrias, dos meus receios e da minha convivência com as duas princesas que dão luz à minha evolução como mulher.

Fui mãe muito nova e aprendi que o instinto maternal ultrapassa qualquer prioridade. Por maior que seja o número de sacrifícios, basta receber um miminho de uma das minhas filhas e todos os problemas perdem dimensão. O importante é que estejam bem e que as consiga preparar para as dificuldades que terão de atravessar, à medida que vão crescendo.

A saúde não lhes tem faltado e é raro o dia em que não agradeço a Deus por tamanho previlégio. Quando casei aos 21 anos já pensava que queria muito ter filhos, filhas, uma família grande e feliz. Mas sempre com grande inocência pois a quantidade de responsabilidades que viria a assumir não faziam parte dos meus sonhos ou receios.

Casei sem saber cozinhar, sem ter noção de como fazer uma máquina de roupa, sem qualquer pista do que seria gerir o orçamento de uma casa ou uma lista de compras, casei sem medir devidamente o que aí vinha. Tudo fui aprendendo. Com algumas queimaduras de cozinha ou umas tantas camisolas encolhidas do meu marido, os anos foram passando e a vontade de ser mãe tomava cada vez mais conta dos meus pensamentos. Queria ser Mãe. Tinha de ser Mãe. Amava o meu marido e da mesma maneira que fez muito sentido casar por querermos estar juntos sempre, agora havia outro sentimento que se impunha.

 

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Fui mãe sem saber dar banho a um bebé, sem ter noção de como vestir um bebé, desconhecendo por completo o volume de tempo que dura o processo de dar de mamar, cheia de incertezas e por mais livros que tivessemos devorado, o mistério permanceu até me ver confrontada com cada momento, com cada experiência que fui conquistando sempre muito bem orientada pelo instinto maternal.

 

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Os leites, os cremes e pomadas, os remédios, as papas, eram “coisas” totalmente fora do meu horizonte feminino. Há um mundo de produtos e serviços dirigidos a bebés que fui descobrindo, estudando e desbravando para que pudesse garantir as escolhas mais acertadas pois só assim me sentiria uma boa mãe.

 

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Já lá vão cinco anos e o prisma agora é bem diferente. Dou agora por mim a dar dicas e explicações às minhas amigas recém-casadas ou mães recentes. Nos tempos que correm, reconheço fácilmente os requisitos básicos para um crescimento saudável e  para toda a lista de necessidades de uma criança.

Era com esta temática que simpáticamente conversavamos numa sala de reuniões do escritório da Mustela, em Lisboa. Encontrava-me reunida com as responsáveis de marketing, por causa do blogue A Mulher é que Manda, quando de repente, sem que estivesse à espera, a Drª. Cristina Simões sugere: “E se a Mónica desenvolvesse uma rúbrica chamada “A Mãe é que Manda”? Com os seus conhecimentos de mãe de duas filhotas lindas somados à prática em dar dicas e divulgar factores de interesse para outras mulheres, acho que devia pensar nesta ideia!”

 

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Não só pensei muito na ideia que achei brilhante, como só descansei quando escrevi o primeiro post “A Mãe é que Manda”. E alguns e-mails depois, oficializou-se! A marca Mustela, lider de mercado em produtos de cuidado para a pele dos bebés, e a rúbrica “A Mãe é que Manda” vão, durante todo o ano, proporcionar uma série de passatempos, conteúdos relevantes para todas as mães, a oferta de presentes e muitas surpresas para todas vós.

Estou feliz! Obrigado Mustela pela ideia, pelo reconhecimento, pelo apoio e por agora passar a fazer mais uma coisa de que gosto – escrever sobre as minhas filhas.

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