Estou chocada com a campanha do Sr. Carrilho

Novembro 16
4 Comments

Olá. Estou chocada com a campanha do Sr. Carrilho. Será demência ou maldade pura? Como é possível alguém dar entrevistas consecutivas a dizer mal da pessoa a quem jurou amor eterno?

Sr. Carrilho 2

Ainda se estivesse de cabeça quente, erradamente, sem pensar, percebo a tentação do dizer mal. Afinal, quem não sente não é filho de boa gente. Mas o que temos visto ou lido é bem diferente. Semana após semana o Sr. Manuel Maria Carrilho tenta destruir a imagem da mulher com quem partilhou anos de vida. Envolve os filhos em cada palestra aos jornalistas e sacrifica assim a sanidade dos próprios.

Por mais ou menos razão que possa ter tido, na minha humilde opinião, esta campanha é indigna. É mesquinha, triste e só demonstra a falta de capacidade deste senhor em resolver assuntos pessoais sem recorrer à praça publica.

O meu conceito de “homem de bem” não abrange este tipo de atitudes. Quero prestar aqui o meu apoio à Bárbara Guimarães e a TODAS as mulheres do mundo que se encontrem em situação idêntica. Há milhares de homens a aproveitarem-se da fragilidade das suas mulheres, com armas completamente imorais.

Tenho pena do protagonismo dado a certo tipo de pessoas nas nossas televisões e jornais diários. Ficaria orgulhosa de saber que os jornalistas portugueses rejeitavam, como regra, dar tempo de antena aos maridos com este tipo de discurso.

Divórcios como este acontecem todos os dias, infelizmente. Mas em Portugal, a nossa raça de homens não se costuma portar desta maneira. São pouco queixinhas, discretos quando se fala de problemas matrimoniais. Nós mulheres até somos mais de partilhar. Não acham? Talvez por isso esteja chocada por termos um ex-ministro da cultura especializado em filosofar publicamente sobre os males do seu próprio matrimónio. O Sr. Carrilho tem mais de Maria (linguaruda) que de Manuel (tuga), está visto. 😉

sr. carrilho

Beijinhos,

Até já

Mónica

 

 

  1. Um autêntico provinciano… é no que se está a revelar- TENHO DITO! e DEMÊNCIA pura só pode, ou está a ficar senil…verdade ou não irrelevante, a atitude…deprimente! FEIO MESMO!

    Joana

  2. Carminho

    Novembro 16

    E saber que “isto” foi Ministro da Cultura!!! Mesquinho, fraco, demente, mau, falta de classe, etc. etc., gostaria de saber o que estara por detras de tanta entrevista???!!! Pena é haver jornalistas a darem-lhe troco, mas é o que se vende!!!

  3. Maria Madeira

    Novembro 16

    Mónica, se me permite uma opinião que sendo minha vale o que vale, acho que tem razão naquela parte do:
    “Tenho pena do protagonismo dado a certo tipo de pessoas nas nossas televisões e jornais diários. Ficaria orgulhosa de saber que os jornalistas portugueses rejeitavam, como regra, dar tempo de antena aos maridos com este tipo de discurso.”

    Só que na minha perspectiva a Mónica está a fazer exactamente a mesma coisa, ou seja está a dar protagonismo ao senhor. Eu recusei-me a falar deste assunto no meu espaço exactamente por isso, não queria contribuir para que a voz dele se fizesse ouvir. Portanto não basta dizer que estamos chocados, temos de agir em conformidade. Ponto final parágrafo.

    • Mónica

      Novembro 17

      Olá Maria,
      Acredito que nos podemos revoltar contra uma situação combatendo ideias dos outros, com as nossas ideias. Nunca dei voz a este senhor. Dei voz às minhas ideias sobre a campanha encabeçada pelo nosso ex-ministro da cultura.
      Não sou apologista de virarmos a cara a estas injustiças. E conheço pessoas que já sofreram por sentirem que todos viravam a cara quando precisaram de força alheia.
      O Sr. Carrilho deve ter uma resposta por parte da sociedade. Foi à porta do público em geral que este senhor bateu. Sei que o meu post só terá repercussão se houverem muitos mais como este.
      Não sou eu que me devo calar em relação à tinta que corre nos jornais. Devo sim, indignar-me com esta situação. Eu e todas as mulheres que pensem como eu.
      Muito obrigado pela sua importante opinião mas desta vez estamos em desacordo.
      Beijinhos,
      Ate breve,
      Mónica

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