Mudar mentalidades pode salvar vidas!

Outubro 21
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Olá, olá! Mudar mentalidades é o primeiro passo para melhorar o mundo! Fico chocada quando leio noticias homofóbicas! Um hotel que não aceita reservas de gays?!! Uma escola que ensina às crianças a serem homofóbicas?! Um assassinato brutal de dezenas de pessoas numa discoteca gay?!

Quando vi aquele programa da SIC “Se fosse consigo?” fiquei boquiaberta com a quantidade de pessoas que ainda acham que ser homossexual não é normal e que é uma doença. Aceito que os mais velhos pensem assim. Foram educados noutros tempos, mas no caso de adultos e jovens não percebo!

Vivemos na época da informação, todos (uns mais do que outros) temos acesso a ela e por isso temos a obrigação de tentarmos ser pessoas melhores. A obrigação de PARARMOS de julgar quem não é igual a nós!

Os novos modelos de família/as e diferentes formas de amar deviam ser explicadas às crianças. Só assim as próximas gerações terão uma cabeça 100% aberta e muito mais justa para com o seu par. Sei de experiência própria que não é um assunto fácil de explicar, mas é desde pequeninos que temos que introduzir esta premissa com naturalidade.

No outro dia a minha filha mais velha contou-me que tem um amigo que gosta de um rapaz “por amor” (adoro esta expressão!) com um ar de quem me estava a contar que tinha visto um ovni. Achava que só teria esta conversa daqui a alguns anos e tive rapidamente de pensar como ia responder-lhe: tendo ela 9 anos tenho de explicar-lhe tudo com o ar mais natural possível, mas num formato adequado a uma mente pequenina. Respondi-lhe prontamente que era normal, há homens que gostam de senhoras, homens que gostam de homens, senhoras que gostam de senhoras, cada um gosta de quem gosta.

Falámos um pouquinho sobre estas questões e o tema ficou fechado pelo menos por agora. Fico contente por ela já se estar a confrontar com este assunto, ainda tão pequenina. Será muito mais fácil que cresça uma adulta com mente aberta e com valores de respeito!

Talvez se começarmos a educar as novas gerações e a mudar mentalidades para a diferença não se vejam cenas de descriminação ridículas, como as que vemos ou ouvimos diariamente! Se todos fizermos um bocadinho e começarmos em casa, de certeza que estaremos a construir um mundo melhor.

Beijinhos,

Mónica

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