Perfeita ou não, o importante é ser feliz

Junho 22
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Olá, olá! Perfeita ou não, o importante é ser feliz. Estamos naquela altura do ano em que anda tudo louco a fazer dietas, exercícios, tratamentos… para conseguir um corpo perfeito para o verão. Há quem consiga fazer exercício e uma alimentação equilibrada durante todo o ano, o que é o ideal, mas também há quem chegue a esta altura e entre na loucura pelo milagre do corpo perfeito.

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Não vou ser hipócrita e dizer que também não adorava ter o corpo com tudo no sítio, também faço dieta, exercício (não muito) e sempre que posso recorro a tratamentos para melhorar aquelas zonas que menos gosto, as estrias da gravidez, a pele flácida em algumas zonas da barriga e até podia ficar aqui o resto da tarde a descrever defeitos do meu corpo e pormenores que gostava de mudar, mas sabem o que vos digo?! Ainda bem que tenho estrias na barriga pois são uma das marcas do melhor da minha vida, as minhas filhas; ainda bem que tenho cicatrizes nos joelhos, é sinal de que corri, saltei, pulei e vivi a minha infância de forma livre e feliz! Se olharmos mais aos porquês das marcas do nosso corpo conseguimos de certa forma desvalorizar o defeito e temos mais orgulho no nosso corpo.

Não estou com isso a dizer que não devemos melhorar, até porque acho que devemos (dentro do bom senso) fazer o que for preciso para nos sentirmos bem e felizes. Mas não nos podemos esquecer que a cabeça é o mais importante e se nos sentirmos bem, felizes e confiantes, então não há estria ou cicatriz que nos afete!

Pensem nisso e amem-se mais! Sermos felizes e sentirmo-nos bem connosco próprias só depende de nós!

Beijinhos,

Mónica

  1. us4all

    Junho 22

    Nem mais, o problema é mesmo o desequilíbrio durante um ano (muitos anos, às vezes toda a vida) e no Verão, em desespero recorrem a tudo! E isso é tão mas tão perigoso, mas mais perigoso ainda é a falta de amor próprio… sem dúvida.
    Muitos parabéns pelo texto! Concordo com as marcas no joelho… são marcas de “sossego” que também tenho e que me fazem sorrir, apesar de claro, gostar de ter uns joelhos fantásticos, não tenho, mas em troca tive uma infância que não trocava por nada deste Mundo! Oxalá haja muito joelho esmurrado…

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